Consolidados; ”Rei Davi” atinge 22 pontos em Fortaleza – 24/10/2012

:record:

Rei Davi 17 (22 de pico)

Ídolos Kids 16 (22 de pico)

Balacobaco 10 (16 de pico)

Tropa de Elite 7 x 4 :globo:

“Rei Davi” supera audiência de “Balacobaco” no Rio de Janeiro

O segundo capítulo da reprise de “Rei Davi”, que foi ao ar na noite desta terça-feira (23), alcançou altos índices de audiência na Record Rio. 

Curiosamente, a minissérie de Vivian de Oliveira chegou a bater o Ibope de “Balacobaco”, que é inédita e vai ao ar em um horário com maior potencial de audiência, pois não disputa com a novela das nove.

“Rei Davi” registrou média de 9 pontos e “Balacobaco”, que veio em seguida, fechou com 8 no Rio de Janeiro.

Apesar de um fato como esse não ser considerado normal, já houve registros de casos semelhantes na própria Record Rio. Ainda neste ano, a reprise de “Vidas Opostas” costumava atingir índices superiores aos da inédita “Máscaras” quase todos os dias. O folhetim de Marcílio Moraes oscilava na casa dos 7 a 9 pontos. Já a trama inédita de Lauro César Muniz mantinha entre 5 e 6 pontos.

Estes índices são consolidados e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores do Rio e da Baixada Fluminense.

Fonte: NaTelinha

“Rei Davi” melhora audiência da Record durante confronto com Ratinho

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Os executivos da Record comemoram os resultados da estreia da reprise de “Rei Davi”. A minissérie bíblica ocupará a faixa das 21h00 até a chegada de “A Fazenda de Verão”. Os números estão longe dos sonhados, mas já colocaram a emissora numa situação mais confortável: empate com o SBT. Dados preliminares obtidos pelo “Parabólica JP” mostram que “Rei Davi” fechará com 6 de média. A minissérie também conseguiu impulsionar “Balacobaco”, que começou num patamar acima do registrado nas últimas noites. Na sexta-feira, mesmo entrando no ar após o término de “Avenida Brasil”, a novela da Record ficou atrás da Rede TV e da Band, com apenas 2.6.

Parabólica 

Record estreia reprise de “Rei Davi” para ofuscar “Salve Jorge” da Globo

Com o objetivo de tentar barrar a estreia da nova novela da Globo, a Rede Record estreia hoje, às 21h, a reprise da minissérie “Rei Davi”.

Em sua primeira exibição, no começo do ano, “Rei Davi” chegou a liderar no Ibope por mais de vinte vezes. Teve seu pico de audiência em São Paulo no dia 23 de fevereiro, com 16 pontos contra 10 da Globo. No mesmo dia, no Rio de Janeiro, marcou 21 pontos contra 14 da Globo.

A direção da Record está animada e espera conquistar bons índices com a reprise do folhetim.

Fonte: OPlanetaTV

Record escala “Rei Davi” para enfrentar estreia de “Salve Jorge”

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A Record surpreendeu a todos na manhã deste domingo (07), quando jogou no ar chamadas da reprise da minissérie “Rei Davi”, que vai ao ar a partir do próximo dia 22, às 21h15 da noite e, com isso, vai combater a estreia da nova novela da Globo, “Salve Jorge”.

“Rei Davi” foi escalada às pressas para substituir “Rebelde”, que foi encurtada por baixa audiência. A minissérie, a partir do dia 5 de novembro, será exibida pós “A Fazenda de Verão”, que estreia no mesmo dia às 20h30. A ideia é garantir um público e fazer com que os índices no horário aumentem, podendo entregar com audiência boa para “Balacobaco”, nova novela da emissora. Qualquer alteração na programação é de responsabilidade da emissora.

Alamanaque da TV

“Rei Davi” foi a melhor das minisséries épicas da Record

 

A Record comemora a repercussão de sua minissérie Rei Davi – cujo último capítulo foi exibido na quinta-feira, 03/05. Apresentada desde 24/01, às terças e quintas-feiras, em 40 capítulos, Rei Davi bateu de frente com a programação noturna da Globo e chegou a liderar a audiência no horário no qual era exibida em mais de vinte ocasiões, concorrendo diretamente com atrações como o BBB, a minissérie O Brado Retumbante e a série As Brasileiras.

E tem explicação para sua audiência cativa: a identificação direta do público alvo – o que aprecia histórias bíblicas – concorrendo com uma minissérie difícil de ser digerida (O Brado Retumbante), uma edição “apagada” do BBB e a safra irregular de As Brasileiras, que não tinha linearidade da audiência (alguns episódios ruins faziam o público trocar de canal). Rei Davi se garantiu em seu público alvo e chamou a atenção daquele que fugiu de alternativas pouco animadoras dos outros canais.

Mas é injusto justificar a repercussão de Rei Davi na falta de opção da concorrência. A Record apresentou uma superprodução épica, um trabalho de mais de trezentas pessoas e investimento de mais de R$ 25 milhões de reais, primeira obra neste formato com cenas gravadas fora do país (no Canadá e Chile). Remeteu a produções americanas – guardadas as devidas proporções, claro! – como o filme 300 e as séries Spartacus e Game of Thrones.

Rei Davi representou um avanço nas minisséries bíblicas da Record – que a emissora prefere chamar de “minisséries épicas” – quando comparada com as produções anteriores: A História de Ester (2010) e Sansão e Dalila (2011). Alguns acidentes de percurso chamaram a atenção: Leonardo Brício, o Rei Davi, caiu do cavalo e, em outra ocasião, teve a mão machucada. Já a atriz Cibele Larrama teve uma parte de seus cabelos queimados durante uma gravação – chegou a fazer uma cirurgia plástica para amenizar as marcas de queimaduras nas costas.

Ainda uma nota triste: o falecimento da atriz Marly Bueno – que vivia a vilã Ainoã, mulher do Rei Saul (Gracindo Jr.) – no dia 12/04/2012, no Rio de Janeiro, após ter sido hospitalizada para uma cirurgia no intestino. Ela tinha 78 anos, estava no ar em Rei Davi, mas já havia concluído suas gravações na minissérie.

A produção de uma nova minissérie épica para 2013 está garantida. E que seja superior a Rei Davi – saem ganhando o público, a emissora e todos os profissionais envolvidos. E que seja também uma oportunidade para corrigir os erros cometidos nesta, como os de caracterização (maquiagem e perucas e barbas postiças fakes demais).

Rei Davi: minissérie de Vivian de Oliveira, livre adaptação dos livros I Samuel e II Samuel, da  Bíblia, escrita com Camilo Pellegrine, Emílio Boechat, Maria Cláudia Oliveira e Altenir Silva. Direção de Edson Spinello, Leonardo Miranda e Rogério Passos, com direção geral de Edson Spinello.

Com melodrama mexicano, Rei Davi conquista público

Rei Davi se tornou o maior sucesso do momento. A despeito da boa audiência deFina Estampa, a série da Record, mesmo com audiência bem inferior às produções da Rede Globo é, sem dúvida nenhuma, a dona do momento no panorama televisivo brasileiro. Com audiência bem acima das outras obras da casa, a produção se estabilizou na briga pela liderança do horário e mostra-se capaz de surpreender.

Discutir a qualidade artística de uma obra de sucesso é um trabalho delicado. É evidente que a produção apresenta problemas graves – o elenco é o principal deles – mas é impossível analisar apenas com um olhar técnico para uma obra que arrebata milhões de fãs apaixonados pelo país. Verdade seja dita, a minissérie foi feita para agradar o público e tem conseguido.
A estratégia parece simples. Ao utilizar-se da licença poética para recontar a história de Davi, famoso Rei de Israel descrito nas páginas bíblicas, a autora retirou todos os elementos contados na Bíblia e que afastaria a audiência e tornou sua história um melodrama sem grande profundidade, mas que impacta em cheio o telespectador que busca histórias mais rasas e cheias de romances e aventuras.
Rei Davi não passa de uma produção mexicanizada e que não consegue levar reflexão alguma – diferente da história real, uma das melhores já descritas em toda a Bíblia – mas que arrebata multidões justamente por sua leveza e cuidado narrativo. O amor incondicional dos protagonistas cria rápida aceitação em quem assiste e a identificação vem em seguida. Pintar Davi como o eterno injustiçado nas mãos de Saul foi uma estratégia para tornar o mocinho como o desenho do bem e Saul na personificação do mal, no melhor estilo mexicano de se fazer vilania.
É evidente que o telespectador não enxerga a falta de verossimilhança das situações, afinal, o que ele quer não é uma reflexão sobre a história, ele busca acompanhar a saga de um homem injustiçado pelo destino e moldado pelas situações, sempre protegido pelo amor de Deus – outro ponto que atrai audiência, o sincronismo religioso – e de sua amada. A base de Rei Davi é o amor incondicional, o amor quase irreal e que o telespectador busca para fugir de sua realidade, quase sempre desprovida de sentimentos tão nobres. E este é o sucesso da minissérie.
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